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Você Sabia?

Café: na dose certa, é um amigo da sua saúde!

A ABIC desenvolve um sério trabalho na divulgação de pesquisas científicas visando a divulgação junto à área médica, profissionais da saúde e consumidores sobre os benefícios do consumo diário e moderado do café (de 3 a 4 xícaras ao longo do dia) para pessoas de todas as idades. O café é benéfico ao cérebro, estimula o prazer, melhora o intelecto, estimula a memória e a atenção e ajuda no combate de diversas doenças.

Café é muito mais do que cafeína!

O café é uma bebida natural e saudável e a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso por que o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos.

Café, um aliado dos estudos!

O café pode ajudar também crianças e adolescentes em idade escolar. O consumo moderado e diário de café, ao estimular o sistema de vigília, atenção e concentração, pode ajudar no aprendizado escolar. Para isso, basta incluir o café no desjejum – com ou sem leite –, na merenda escolar e também no lanche da tarde. O consumo diário e moderado de café, portanto, torna o cérebro mais atento, estimula a memória, atenção e concentração, melhorando a atividade intelectual. Por meio da parceria entre indústrias e centros de ensino, é realizado o programa “Café na Merenda. Saúde na Escola”, que justamente visa resgatar o saudável hábito do café com leite.

Qual o melhor café?

O melhor café é aquele que a pessoa mais gosta. Existem cafés para todos os gostos e bolsos.

Uma boa forma de descobrir qual o melhor café é fazer um teste comparativo. Compre duas embalagens pequenas de duas marcas diferentes. Prepare os dois simultaneamente. Coloque um em cada xícara e primeiro sinta o aroma, aproximando o nariz na borda. Em seguida, prove o primeiro e sinta o paladar, o corpo. Depois de um gole de água, tome a segunda xícara e compare os dois. Assim fica muito fácil você descobrir qual é o café que mais lhe agrada e você pode descobrir se gosta de café com torra mais escura, ou com torra mais clara; se gosta de café mais encorpado ou menos encorpado, e assim por diante.

E a ABIC possui um programa criado para te auxiliar nessa busca, o Programa de Qualidade do Café -  PQC, que classifica e garante o sabor, o AROMA a qualidade do seu café. Isso ajuda a identificar, com mais facilidade, a categoria de qualidade de cada marca e a escolher o café que mais te agrada. Basta ficar de olho nos selos ABIC das embalagens.

Como tirar manchas de café?

  • Porcelana: friccione com um pano úmido e um pouco de bicarbonato.
  • Plástico: Limpe com bicarbonato.
  • Roupas: passe rapidamente sobre o local uma pedra de gelo. Depois enxugue com uma toalha seca e limpa.

Como a ABIC trabalha para a melhoria da qualidade do café e ajuda na escolha pelo consumidor?

A ABIC foca cada vez mais a educação do mercado e do consumidor de hoje e do futuro. A entidade utiliza as mais diversas ferramentas para fazer chegar ao consumidor desde dicas do preparo correto do café até as propriedades benéficas da bebida para as pessoas. A ABIC subsidia a produção de folhetos, folders, spots para rádios e outras mídias, e através das indústrias associadas faz chegar essa gama de materiais aos consumidores. 

A ABIC gerencia o mais abrangente programa de certificação e qualidade em todo o mundo, monitorando anualmente mais de 1100 marcas quanto à pureza e quanto à qualidade, sabor, aroma e consistência do produto. Faz isto através de seus inúmeros programas tais como, o Selo de Pureza; o Programa de Qualidade do Café - PQC; o Programa Cafés Sustentáveis do Brasil – PCS, e o Programa Circulo do Café de Qualidade - CCQ, este ultimo destinado a melhorar continuamente a qualidade do produto e dos serviços nas cafeterias.

Café e futebol

Na Copa do Mundo de 1982, a marca Cafés do Brasil teve sua estreia, tendo sido criada para representar o patrocínio do Instituto Brasileiro do Café (IBC) à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A marca, que ficou conhecida nos últimos 31 anos como o símbolo do café brasileiro, foi bordada no escudo da CBF. Hoje a marca "Cafés do Brasil", registrada como marca no ano 2000 no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) pela Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), é utilizada para identificar em todo o mundo os cafés de origem brasileira. O logotipo "Cafés do Brasil" pode ser utilizado, segundo a ABIC, pelo Governo Brasileiro, empresários e exportadores em seus produtos, contanto que sua aplicação siga as instruções contidas no "Manual de uso da marca". Este manual estabelece as corretas aplicações da marca, conhecida como "raminho do café" e a "logotipia", ou seja, o desenho da letra no qual a letra s, em vermelho, representa os diversos tipos de café que são produzidos no país. O uso correto da marca cria identidade para os cafés brasileiros e contribui para o fortalecimento da imagem da cafeicultura brasileira no Brasil e no exterior.

O logotipo pode ser utilizado desde que autorizado formalmente pela ABIC.

Dentro do lar, consumidores de café procuram praticidade e sabor

E eles conseguem isso consumindo mais café moído, seja em pó, mas, também, em cápsulas. É o que aponta a pesquisa "Tendências de Consumo de Café 2015", apresentada pela Euromonitor no 23º ENCAFÉ, da ABIC. 

Devido à crescente ampliação da  oferta e o preço mais acessível das máquinas de café em cápsulas, parte  dos consumidores devem optar, cada vez mais, por esse tipo de café. E dada sua praticidade,as máquinas podem disputar cada vez mais o consumo com o preparo do café em pó. Isto é o que apontou, também, a pesquisa americana de consumo de café 2015, da National Coffee Association.

Em relação à qualidade, camadas mais altas da sociedade estão procurando mais por cafés especiais e gourmet. Os consumidores estão conhecendo mais sobre o café e já levam em consideração, na hora da compra, aspectos como tipo de grão e suas diferentes intensidades e sabores, com tendência a se aprimorarem cada vez mais no assunto.

Em outras  regiões do interior ou  com renda menor  o café em pó continua soberano. Sua forma de preparo, no entanto, passou a ser mais no coador de papel e em cafeteiras elétricas, em detrimento do coador de pano. Afinal, a mesma pesquisa da ABIC mostrou que 84% do café consumido no Brasil é preparado na forma de café filtrado.

CONSUMO DENTRO DO LAR

A pesquisa da Euromonitor também apontou que 61% do consumo de café no Brasil é feito dentro do lar.

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Sabor, aroma e marca são os principais fatores determinantes de compra

Não importa o tipo: para o consumidor de café, é fundamental que o produto tenha sabor e aroma no preparo. E esses fatores, consequentemente, determinam a escolha da marca a ser comprada.

Esses são dados apontados pela pesquisa "Tendências de Consumo de Café 2015", apresentada pela Euromonitor no 23º ENCAFÉ, a pedido da ABIC. No estudo, foram colocadas alternativas como "Origem sustentável", "Tamanho da embalagem", "Conveniência/Praticidade", "Embalagem", "Se está em promoção", etc. Mas seja em pó, grão torrado ou em cápsulas, o consumidor brasileiro preza pelo sabor, aroma  e marca, nessa ordem, na compra do seu café.

A pesquisa também apontou que outro fator determinante é a presença do Selo de Pureza ABIC na embalagem,  que é importante, por conferir segurança alimentar ao café adquirido. E que o bom sabor do café influencia a percepção de qualidade da marca pelo consumidor.

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O maior consumo diário de café - 89% - está entre as pessoas com mais de 60 anos

O consumo de café aumenta de acordo com a idade. É o que mostra a pesquisa "Tendências de Consumo de Café 2015", divulgada no 23º ENCAFÉ e encomendada pela ABIC. 89% das pessoas acima de 60 anos afirmam tomar a bebida diariamente.

Além disso, comparado a outras bebidas, o café foi mencionado também como a de maior consumo diário. A pesquisa também aponta que, apesar do café não haver substituto, os consumidores têm buscado e exigido mais qualidade, tendo sabor e aroma como fatores importantes na escolha do produto.

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Consumo de café aumenta entre pessoas abaixo dos 40 anos

E a tendência é continuar crescendo. É o que aponta a pesquisa "Tendências de Consumo de Café 2015", apresentada em novembro de 2015, no 23º ENCAFÉ, pela Euromonitor, à pedido da ABIC. Os consumidores têm estado mais atentos a características como aroma e sabor. E os mais jovens estão buscando uma experiência sensorial ao consumir café.  Na faixa dos 16 aos 25 anos, principalmente nas grandes metrópoles, os novos conceitos de cafeterias colaboram nessa maior aproximação com o café. Somam-se aqui as cápsulas, que vêm servindo de educação para o consumo, por permitirem que se possa vivenciar, na xícara, as maravilhosas diferenças entre os cafés.

Além disso, estes fatos fazem com que o consumo de café em geral permaneça estável, com o consumo diário aumentando de acordo com a idade. Segundo a pesquisa, um dos fatores relevantes para isso é que não há substituto para o café.

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49% dos jovens de 16 a 20 anos, declaram que consomem café diariamente

Segundo pesquisa apresentada pela empresa ESENTIA durante o 23º ENCAFÉ, os jovens estão em busca da tradição, com a exigência de qualidade. Não satisfeitos apenas com o consumo, eles estão cada vez mais interessados pelo cultivo, tipo de preparo, o poder de socializar da bebida, sabores, tipos, etc.

Um fato curioso é que, em 2001, o consumo de café era sustentado pelos mais velhos. Não havia interesse por parte dos jovens, que tendiam a abandonar ou sequer começar a tomar a bebida. 14 anos depois, o quadro se inverteu: se antes o café era "coisa de vó", em 2015 seu consumo passou a ser "cool, descolado".

À industria de café, a essa busca do jovem é bastante benéfica. Seu interesse na cadeia de produtiva, assim como em bebidas com café, produtos premium e exclusivos, traz uma expectativa de crescimento estável, com previsão de aumento no consumo de café.

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