O número de atividades industriais que já retornaram a níveis de produção iguais ou superiores a setembro de 2008, mês de patamar recorde do setor, antes dos efeitos da crise, está ampliando gradativamente e o setor deve retomar o patamar pré-crise ainda neste primeiro semestre, segundo analistas.
“Temos muitas crianças que estão bebendo não apenas refrigerantes, mas café”, destacou a neurobióloga Jennifer Temple, pesquisadora principal do estudo. “Para nosso conhecimento, este é o primeiro estudo a mostrar uma diferença de gênero no reforço do valor do refrigerante cafeinado. Esses dados sugerem que os garotos podem ser mais suscetíveis aos efeitos da cafeína”, concluíram os autores.
No estudo, os meninos pareceram trabalhar com mais disposição e por mais tempo em um exercício no computador para obter bebidas cafeinadas. Segundo os autores, isso pode ocorrer devido a diferenças hormonais no momento do teste – apesar de esses parâmetros não terem sido avaliados –, ou devido à possibilidade de que as meninas sejam menos sensíveis aos efeitos da cafeína. Porém, mais estudos são necessários para confirmação